O blog Caixote Amarelo nasceu com a proposta de dialogar apenas com os livros de relatos, as biografias. Para minha surpresa, bons ventos sopraram durante essa empreitada e outros tipos de livros ganharam espaço. Digo empreitada porque já seria difícil pra caramba abrir o bloco de notas e escrever o que sinto sobre as obras e como elas me afetam, de maneira positiva ou não. Tudo fica ainda mais complexo quando clico em "publicar". Te vejo dentro do caixote.

Por Renata de Sá.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Contador de histórias desafia gato de botas e leitor decide o que acontece na Netflix

Em novo curta disponibilizado pela Netflix, o gato de botas cai numa cilada armada pelo contador de histórias e é desafiado a passar por alguns dos mais tradicionais contos populares do mundo, como Aladin, Branca de Neve e Simbad. Em o gato de botas – preso em um conto épico, o felino espadachim descobre durante a pilantragem do narrador que o seu destino está nas mãos do leitor/expectador, isto é, somos nós que decidimos por qual caminho ele deve seguir.

A experiência é bastante divertida, ainda mais porque, entre as opções disponíveis, uma sempre acaba “trolando” o pobre gato de botas, como em: “ele deve beijar a rainha má ou um aperto de mãos deve dar?” Além disso, durante a passagem pelas histórias, os personagens fogem dos padrões, como quando o gato vê algumas pessoas próximas ao corpo da Branca de Neve e indaga se eles não deveriam ser menores, fazendo uma alusão aos 7 anões. Um deles responde que ele está muito influenciado pela mídia.  

E, se por acaso, você não gostar de como a história termina, é possível voltar e fazer novas escolhas. Dependendo do caminho que o leitor/expectador seguir, a brincadeira acabar rapidinho ou pode levar para 13 momentos diferentes. 


“O gato de botas – preso em um conto épico”, produzido pelos estúdios da DreamWorks para a Netflix




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