O blog Caixote Amarelo nasceu com a proposta de dialogar apenas com os livros de relatos, as biografias. Para minha surpresa, bons ventos sopraram durante essa empreitada e outros tipos de livros ganharam espaço. Digo empreitada porque já seria difícil pra caramba abrir o bloco de notas e escrever o que sinto sobre as obras e como elas me afetam, de maneira positiva ou não. Tudo fica ainda mais complexo quando clico em "publicar". Te vejo dentro do caixote.

Por Renata de Sá.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Quanto mais remo mais rezo – um passeio pelo projeto MULHER18M


“Não sou eu quem me navega
Quem me navega é o mar
Não sou eu quem me navega
Quem me navega é o mar
É ele quem me carrega
Como nem fosse levar”


E foi navegando que os barquinhos de papéis idealizados pela artista Isadora Ferraz alcançaram o mar. As bases, apesar de papéis, eram fortes, fortíssimas, porque continham a força da palavra, da escrita, da história. História de mulheres valentes, bravas guerreiras que aceitaram o desafio de expor duas coisas o feminino e a cidade em que vivem.

O projeto MULHER18M nasceu de uma ideia, quando editoras independentes criaram um evento em homenagem ao dia do livro independente (18/03). Outra data importante também é comemorada em março, dia 08/03. O resultado é o trabalho de 50 talentosas contadoras de histórias navegando por barquinhos que, assim como Paulinho da Viola cantou em Timoneiro, “o mar não tem cabelos que a gente possa agarrar”. Logo, o jeito é se jogar e deixar o mar navegar.

Os textos, disponíveis na versão online, podem ser acessados em: https://atelierfeitoemcasa.wixsite.com/m18m


 Projeto MULHER18M”, de Isadora Ferraz

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